JavaScript must be enabled in order for you to see "WP Copy Data Protect" effect. However, it seems JavaScript is either disabled or not supported by your browser. To see full result of "WP Copy Data Protector", enable JavaScript by changing your browser options, then try again.

«

»

Jun 09 2016

Imprimir Artigo

Azeitão Inclusivo nº2 “DEFICIÊNCIA: OS TABUS DA PALAVRA INCLUSÃO”

Azeitao_Inclusivo Logo

Divulgamos aqui, o nº2 da rúbrica “Azeitão Inclusivo, relativa à edição de Junho de 2016 do Jornal de Azeitão, agradecendo à Dra. Isabel Almeida, Técnica Superior de Educação Especial e Reabilitação na APPACDM de Setúbal, o “tempo inclusivo” que, nos disponibilizou, ajudando-nos a refletir sobre “DEFICIÊNCIA: OS TABUS DA PALAVRA INCLUSÃO”.

Convidamos também todos os nossos leitores, a lerem a edição impressa do Jornal de Azeitão. Aqui fica entrevista, na integra:

“DEFICIÊNCIA: OS TABUS DA PALAVRA INCLUSÃO

Azeitão Inclusivo nº2, relatioa à edição de Junho de 2016, com o título : "DEFICIÊNCIA: OS TABUS DA PALAVRA INCLUSÃO"

Azeitão Inclusivo nº2, relativa à edição de Junho de 2016, com o título : “DEFICIÊNCIA: OS TABUS DA PALAVRA INCLUSÃO”

O Jornal de Azeitão tem o prazer de partilhar com os seus leitores o nº2 da rúbrica “AZEITÃO INCLUSIVO”. Nesta edição, temos como convidada Isabel Almeida, residente em Azeitão e Técnica Superior de Educação Especial e Reabilitação na Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental de Setúbal (APPACDM), sendo paralelamente responsável pelo Centro de Atividades Ocupacionais nº6, desta instituição.

Isabel, destaca o benefício diário que este trabalho lhe traz, tal como afirma:” ajudar as pessoas a terem melhor qualidade de vida”. A temática da deficiência e inclusão ainda encerra em si “tabus”, segundo Isabel: “o principal tabu é o medo do desconhecido, se as pessoas convivessem e conhecessem, a inclusão era mais fácil, não era um bicho que sete cabeças. ”Uma das formas de o combater é, tal como afirma Isabel: ”A integração da pessoa com deficiência, em meio escolar, desde criança (…) se nós formos habituados a crescer com o diferente, vamos perceber que a diferença é parte integrante de cada um de nós”.

No seu processo de inclusão, a pessoa com deficiência tem, segundo Isabel:” que ter um papel ativo, fazendo dos obstáculos, forças para que as outras pessoas se apercebam das suas vantagens e qualidades(…)tem que estar preparada para ser uma pessoa válida, sem o espírito do coitadinho” , a família tem um papel fundamental pois, como destaca Isabel” tem de os preparar para as adversidades da vida”. Como é evidente, deve fazer-se uma clara distinção entre uma deficiência ligeira e uma deficiência com um grau elevado de comprometimento, seja este a nível físico e / ou mental, o que permite entender o sentimento de “superproteção” que algumas famílias, involuntariamente, têm face ao familiar com deficiência e que, muitas vezes acaba por ser altamente prejudicial, pois, segundo Isabel:”não prepara a pessoa para a vida, lá fora”.

Ao longo de todo este percurso, as associações têm um papel fundamental, que, tal como destaca Isabel, passa por:”…preparar as famílias e as pessoas com deficiência, para que estes sejam cidadãos de pleno direito, conhecendo os seus direitos mas, também dos seus deveres (…) para que se consiga fazer uma melhor inclusão”. Este trabalho abrange muitas áreas, tal como nos diz Isabel:”…passa muito por confiarem em nós…”.Por exemplo o sexo, é um dos grandes “tabus” pois, ainda existe a noção de que, as pessoas com deficiência são sempre crianças, sem sexo, sem desejo e capacidade sexual, tal como nos diz Isabel:” tal como as outras pessoas, eles apaixonam-se e vivem tudo como outros, (…) na deficiência mental, o sexo é muitas vezes desvalorizado pelas famílias”, o que leva a um forte trabalho de sensibilização das pessoas com deficiência e das suas famílias, no sentido de lhes mostrar que, são pessoas adultas e tal como destaca Isabel:” que têm direito à vida e que tudo o que estão a viver é normal”, tendo que colocar de lado, o medo que, muitas vezes, une a deficiência ao sexo.

Muitos outros “tabus” unem ainda as palavras deficiência e inclusão, o emprego, a formação,e a responsabilidade pelas próprias escolhas, são disso fortes exemplos. Cabe acima de tudo, ás pessoas com deficiência e às suas famílias, alterar este paradigma.

Pedro Dias

azeitaoinclusivo( @ sign)pedrocvdias.pt

 

Juntos somos mais pela inclusão da pessoa com deficiência!!

Conheça, em pormenor, todos os números, já publicados, na rubrica “AZEITÃO INCLUSIVO” .

Marca “Pedro Dias – Uma Vida,Um Projecto!”

09 de Junho de 2016

Conteúdo Relacionado

Print Friendly, PDF & Email
Partilhe nas Suas Redes Sociais Favoritas:

Link permanente para este artigo: http://www.pedrocvdias.pt/azeitao-inclusivo-n2/