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Nov 15 2016

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Azeitão Inclusivo nº 7 – JOSÉ PATRÍCIO, UM HOMEM COM A PARALISIA CEREBRAL NO CORAÇÃO, PELA INCLUSÃO

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Divulgamos aqui o número 7 da rubrica “AZEITÃO INCLUSIVO” , publicado na edição impressa do Jornal de Azeitão de Novembro de 2016, com o título “JOSÉ PATRÍCIO, UM HOMEM COM A PARALISIA CEREBRAL NO CORAÇÃO, PELA INCLUSÃO” agradecendo ao nosso convidado, José Patrício , presidente da direção da Associação de Paralisia Cerebral de Almada Seixal (APCAS) , o “tempo inclusivo” que nos dispensou….vamos então conhecer “JOSÉ PATRÍCIO, UM HOMEM COM A PARALISIA CEREBRAL NO CORAÇÃO, PELA INCLUSÃO”? Aqui fica a entrevista, na íntegra:

 

“JOSÉ PATRÍCIO, UM HOMEM COM A PARALISIA CEREBRAL NO CORAÇÃO, PELA INCLUSÃO

A Imagem ilustra a publicação do nº7 da rubrica "Azeitão Inclusivo", na edição impressa do Jornal de Azeitão de Novembro de 2016,com o título: "JOSÉ PATRÍCIO, UM HOMEM COM A PARALISIA CEREBRAL NO CORAÇÃO, PELA INCLUSÃO"

A Imagem ilustra a publicação do nº7 da rubrica “Azeitão Inclusivo”, na edição impressa do Jornal de Azeitão de Novembro de 2016, com o título: “JOSÉ PATRÍCIO, UM HOMEM COM A PARALISIA CEREBRAL NO CORAÇÃO, PELA INCLUSÃO”

O jornal de Azeitão, continuando a missão inclusiva de sensibilização para as questões da deficiência, tem o prazer de partilhar com todos os seus leitores o número 7 da rubrica “AZEITÃO INCLUSIVO”. Nesta edição, temos como convidado José Patrício, presidente da direção da Associação de Paralisia Cerebral de Almada Seixal (APCAS). Poderá conhecer toda a atividade da APCAS em: www.paralisiacerebral.pt.

Resumindo esta conversa informal, podemos dizer que “José Patrício é um homem com a paralisia cerebral no coração, pela inclusão” das pessoas com deficiência em geral e com paralisia cerebral, em particular. José é pai de uma jovem com paralisia cerebral.

Quando questionado sobre o significado das palavras que compõem a sigla APCAS, José refere:” têm o significado de uma vontade conjunta, de alguns pais de crianças com paralisia cerebral, em dar resposta às necessidades que íamos sentindo”. Essa vontade e esse sonho são comuns ao surgimento de muitas associações como esta, contudo, e nas palavras de José: “existem muitos pontos diferenciadores do trabalho da APCAS, não somos melhores nem piores que ninguém, básicamente somos diferentes na forma como trabalhamos. Trabalhamos – fora da caixa – com uma lógica de novas de soluções, para velhos problemas”. São disso exemplo, o trabalho desenvolvido pelas APCAS, na área do desporto e em parceira com as escolas e o Centro de Atendimento, Acompanhamento e Reabilitação Social, para pessoas com deficiência.

Na imagem, podemos ver o nosso convidado José Patrício, um homem branco, com barba, óculos e vestindo uma camisa azul.

Na imagem, podemos ver o nosso convidado José Patrício, um homem branco, com barba, óculos e vestindo uma camisa azul.

Na APCAS existe a consciência de que, “não se fazem omeletes sem ovos”, para que a associação possa desenvolver projetos que, de forma inovadora beneficiem as pessoas com deficiência e as suas famílias, é necessário gerar receitas, de forma a assegurar a sua sustentabilidade económica. Para este tipo de entidades existem basicamente duas formas de o fazer, gerando receitas próprias ou recorrendo à subsidiação, quer do estado, quer de entidades privadas, através dos chamados programas de responsabilidade social, tal como refere José: “temos de ser cada vez mais autónomos, cada vez mais capazes de ter os nossos próprios rendimentos, não podemos estar sempre dependentes das verbas provenientes das respostas sociais tradicionais”.

Para as entidades que promovem os programas de responsabilidade social, a que associações como a APCAS se podem candidatar, fatores como a sustentabilidade do projeto apresentado e a capacidade económica da entidade promotora, têm um peso cada vez maior na avaliação dos projetos submetido a apoio. Segundo José: ”de todos os projetos que nós já desenvolvemos na APCAS e que foram financiados, só 20% é que, não tiveram continuidade”.

José, também vê a problemática da inclusão da pessoa com deficiência, do ponto de vista do familiar da pessoa com deficiência, tal como refere: “a sociedade vê a deficiência da forma como nós queremos que ela a veja (…) é muito importante aquilo que nós mostramos (…) as pessoas com deficiência e as suas famílias devem dar a conhecer a pessoa com deficiência e as suas capacidades. Temos que nos deixar de falsos paternalismos, para que as pessoas com deficiência, se assumam como cidadãos plenos, não explorando as suas incapacidades”.

Tal como também, nos diz José: “nós temos de preparar a pessoa para a vida…e a vida não é fácil!” A forma como colocamos um espelho faz a diferença.

Pedro Dias

azeitaoinclusivo( @ sign)pedrocvdias.pt  “

Juntos somos mais, pela inclusão da pessoa com deficiência!!!

Conheça, em pormenor, todos os números, já publicados, na rubrica “AZEITÃO INCLUSIVO” .

Marca “Pedro Dias – Uma Vida,Um Projecto!”

14 de Novembro de 2016

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