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Abr 11 2017

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Azeitão Inclusivo nº 12 – TODOS DIFERENTES, TODOS IGUAIS, POR UM AUDIOVISUAL TOTALMENTE INCLUSIVO

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Divulgamos aqui o número 12 da rubrica “AZEITÃO INCLUSIVO” ,publicado na edição impressa do Jornal de Azeitão de Abril de 2017, com o título “TODOS DIFERENTES, TODOS IGUAIS, POR UM AUDIOVISUAL TOTALMENTE INCLUSIVO” agradecendo ao nosso convidado Celso de Sousa Ferreira,empresário, o “tempo inclusivo” que nos dispensou….vamos então saber porque devemos ser “TODOS DIFERENTES, TODOS IGUAIS, POR UM AUDIOVISUAL TOTALMENTE INCLUSIVO”? Aqui fica a entrevista, na íntegra:

 

“TODOS DIFERENTES, TODOS IGUAIS, POR UM AUDIOVISUAL TOTALMENTE INCLUSIVO

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É como muito prazer que partilhamos com todos os nossos leitores, o número 12 da rubrica “AZEITÃO INCLUSIVO”.

A imagem Ilustra a publicação, do número 12 da rubrica "Azeitão Inclusivo", na edição de Abril de 2017 do Jornal de Azeitão - TODOS DIFERENTES, TODOS IGUAIS, POR UM AUDIOVISUAL TOTALMENTE INCLUSIVO.

A imagem Ilustra a publicação, do número 12 da rubrica “Azeitão Inclusivo”, na edição de Abril de 2017 do Jornal de Azeitão – TODOS DIFERENTES, TODOS IGUAIS, POR UM AUDIOVISUAL TOTALMENTE INCLUSIVO.

Nesta edição, temos como convidado Celso de Sousa Ferreira de 48 anos, empresário na área de produção de audiovisuais, com a sua produtora, a Beija-Flor Audiovisuais e Multimédia, que se encontra sediada em Azeitão.

Ao longo de toda esta conversa informal, Celso revela-se um homem com uma mente aberta para a aceitação das diferenças, como uma situação comum e com uma salutar postura inclusiva, resultante em grande medida, da educação recebida de seus pais, que lhe transmitiram os princípios base da educação e respeito pelo próximo. São esses os mesmos princípios, pelos quais hoje rege a educação do seu filho de 10 anos de idade. Tal como nos diz: “desde pequeno, que ensinei o meu filho a cumprimentar todas as pessoas com quem se cruzasse na rua, com um bom dia (…). Os professores estão cá para ensinar, para educá-lo estamos cá nós, os pais”.

Quando questionado sobre a forma como o setor audiovisual atua perante a temática da integração de pessoas com deficiência nos seus produtos, Celso refere: “ Já existe uma maior abertura, ainda não aquela que seria desejável (…). Por outro lado, devo referir um aspeto importante, nós, os profissionais, não conhecemos a real necessidade do mercado ou das pessoas para o mercado, estas pessoas estão escondidas, falta dar o dar o passo em frente, o de conhecer quem está dum lado e dar a conhecer que está do outro”.

No seu já longo percurso profissional, Celso recorda a existência de um “programa inclusivo”, o 70×7, tal como nos diz: “esse programa durou décadas e falava um pouco sobre este nosso tema da inclusão de pessoas com vários tipos de deficiência, mostrando o que a comunidade criava, tinha e fazia”.

Em relação ao “futuro inclusivo do audiovisual” Celso afirma: “ Eu acho que o que falta sobre tudo é a coragem dos operadores de televisão em apresentar produtos que, de certa forma, são de minoria, mas que podem ser de maioria. Porquê? Porque, se calhar, as pessoas ditas normais muitas vezes não têm a coragem de assumir ou de dar a conhecer aquilo que está dentro do seu próprio agregado familiar(…), com isso perdemos um pouco a capacidade de sermos empreendedores e de termos programas com mais visibilidade, mais dinâmica e mais vezes a passar”.

Na imagem, podemos ver o nosso convidado Celso de Sousa Ferreira, um homem de cabelo preto, com um sorriso largo e vestindo uma camisa preta. Na imagem Celso está acompanhado pela sua "amiga", a câmara de TV.

Na imagem, podemos ver o nosso convidado Celso de Sousa Ferreira, um homem de cabelo preto, com um sorriso largo e vestindo uma camisa preta. Na imagem Celso está acompanhado pela sua “amiga”, a câmara de TV.

 

A informação é, para Celso, um dos pontos-chave de qualquer processo de inclusão, pois, tal como nos diz:” falta informar quem toma conta destas pessoas, para que estas lhes facilitem a ultrapassagem dos seus próprios limites (…) de forma a alargar os seus próprios círculos e a ganhar mais confiança”.

Celso recorda o lema que há alguns atrás, personificava a inclusão de pessoas com deficiência: TODOS DIFERENTES, TODOS IGUAIS, lema esse, que cumpriu, integrando nas suas equipas de trabalho, profissionais com algum tipo de deficiência. Celso encontra-se atualmente a preparar novos projetos audiovisuais inclusivos. Para os mesmos desejamos o maior sucesso pois, juntos, somos mais fortes pela inclusão da pessoa com deficiência.

Pedro Dias

azeitaoinclusivo( @ sign)pedrocvdias.pt

Marca “Pedro Dias – Uma Vida,Um Projecto!”

11 de Abril de 2017

Conheça, em pormenor, todos os números, já publicados, na rubrica “AZEITÃO INCLUSIVO” .

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