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Mai 09 2017

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Azeitão Inclusivo nº 13 – MADGA REIMÃO, UMA JURÍSTA QUE LUTA POR UMA JUSTIÇA MAIS INCLUSIVA

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Azeitão Inclusivo nº 13 -A imagem Ilustra a publicação, do número 13 da rubrica "Azeitão Inclusivo", na edição de Maio de 2017 do Jornal de Azeitão - MADGA REIMÃO, UMA JURÍSTA QUE LUTA POR UMA JUSTIÇA MAIS INCLUSIVA

Azeitão Inclusivo nº 13 – A imagem Ilustra a publicação, do número 13 da rubrica “Azeitão Inclusivo”, na edição de Maio de 2017 do Jornal de Azeitão – MADGA REIMÃO, UMA JURÍSTA QUE LUTA POR UMA JUSTIÇA MAIS INCLUSIVA

Divulgamos aqui o número 13 da rubrica “AZEITÃO INCLUSIVO” ,publicado na edição impressa do Jornal de Azeitão de Maio de 2017, com o título “MADGA REIMÃO, UMA JURÍSTA QUE LUTA POR UMA JUSTIÇA MAIS INCLUSIVA” agradecendo à nossa convidada Magda Reimão, advogada, o “tempo inclusivo” que nos dispensou….vamos então conhecer “MADGA REIMÃO, UMA JURÍSTA QUE LUTA POR UMA JUSTIÇA MAIS INCLUSIVA”? Aqui fica a entrevista, na íntegra:

“MADGA REIMÃO, UMA JURÍSTA QUE LUTA POR UMA JUSTIÇA MAIS INCLUSIVA”

Mais uma vez, é com muito prazer que partilhamos com todos os nossos leitores o número 13 da rubrica “AZEITÃO INCLUSIVO”. Nesta edição, temos como convidada, Magda Luisa Serralha Reimão de 49 anos, licenciada em Direito pela Faculdade de Direito de Lisboa. Desde 1993, exerce a sua atividade como advogada, no Montijo, sua terra natal.

Magda, é sem sombra de dúvida, uma mulher com uma grande abertura inclusiva e uma jurista que luta por uma justiça mais inclusiva.    

Na imagem podemos ver, a nossa convidada Magda Reimão, uma mulher loira, alta, com óculos escuros, vestindo um vestido azul e branco.

Na imagem podemos ver, a nossa convidada Magda Reimão, uma mulher loira, alta, com óculos escuros, vestindo um vestido azul e branco.

Para Magda, “A existência de uma rubrica como esta permite informar a população em geral sobre todas as temáticas ligadas à deficiência e isso ajuda a acabar com as ideias preconcebidas”. Nos seus 25 anos de advogada, Magda tem sido “chamada” a tratar de casos ligados sobretudo à interdição de pessoas com deficiência mental. Nestes casos e para informação da população em geral, tornasse necessário distinguir interdição de inabilitação, tal como nos diz Magda:” O não conseguir falar, o não reconhecer o dinheiro, são sintomas passíveis de fazer com que uma pessoa seja considerada interdita (…) numa interdição, nós temos uma pessoa que é complemento incapaz de tomar conta dela própria e de se gerir, sendo assim existe uma terceira pessoa que é responsável por tudo (…). No caso de uma inabilitação, temos uma pessoa que consegue tomar algumas decisões sozinha, tendo a ajuda de uma terceira pessoa, para tomar todas as outras, para no fundo a gerir, mas não a 100%”.Quando questionada sobre como será possível tornar o sistema de justiça mais inclusivo, do ponto vista das pessoas com deficiência, Magda afirma:” É necessário que sobretudo que deixem de ser ver visto como coitadinhos (…) todos nós devemos fazer tudo o que nos for possível para contribuir para incluir as pessoas com deficiência, na justiça e na sociedade (…) do ponto de vista prático, nota-se que quem faz leis, não conhece a realidade da deficiência, a legislação deveria ser adaptada, em algumas dimensões (…) falta mais informação, falta trazer estas pessoas para sociedade, de forma mais positiva (…) o estado pode ter um papel muito importante nesta alteração de mentalidades”.

 

Ao ser questionada sobre o modo como recebeu o convite para esta entrevista, Magda refere:” Eu pensei, ora aí está uma pessoa com deficiência que não se resignou a ela… eu gosto dessa atitude (…), quanto te vi pela primeira vez…vi o Pedro, não vi a pessoa com deficiência”.

Magda tem uma filha, de quem diz ser mãe e amiga, a sua filha atualmente encontra-se a estudar fisioterapia, numa conhecida escola superior que se encontra junto a uma conhecida unidade hospital e recorda a primeira vez em que visitou as instalações: “ (…) vi um senhor numa cadeira de rodas, que não se mexia…a minha filha ao ver a minha reação disse….ele está vivo, vai conseguir alguma coisa…”.

Magda é “apaixonada” por música, estudou piano até ao 4º ano do conservatório, para esta “amante das notas musicais” a deficiência deve ser encarada como uma oportunidade para motivar e não desistir.

 

Pedro Dias

azeitaoinclusivo( @ sign)pedrocvdias.pt

Marca “Pedro Dias – Uma Vida,Um Projecto!”

09 de Maio de 2017

Conheça, em pormenor, todos os números, já publicados, na rubrica “AZEITÃO INCLUSIVO” .

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